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Onze motoristas são presos por embriaguez ao volante durante operação Corpus Christi no Pará

A ação foi encerrada nesta segunda-feira (8) e resultou ainda na autuação de outras 45 pessoas por conduzir veículos após o consumo de bebidas alcoólicas

O Liberal

Onze motoristas foram presos por dirigir sob efeito de álcool durante a Operação Corpus Christi, realizada pelo Departamento de Trânsito do Estado (Detran) em 45 municípios paraenses. A ação foi encerrada nesta segunda-feira (8) e resultou ainda na autuação de outras 45 pessoas por conduzir veículos após o consumo de bebidas alcoólicas.

Segundo o Detran, os casos de prisão ocorreram quando o teste do etilômetro apontou índice igual ou superior a 0,34 miligrama de álcool por litro de ar expelido pelos condutores, configurando crime de trânsito. Nesses casos, a legislação prevê pena de detenção de seis meses a três anos, além de multa e suspensão do direito de dirigir.

A fiscalização mobilizou mais de 200 agentes e teve a Lei Seca como principal foco de atuação. Apesar das prisões e autuações relacionadas à alcoolemia, o órgão informou que as infrações mais frequentes registradas durante os sete dias de operação foram o não uso do capacete e a condução de veículos com o licenciamento em atraso.

Ao todo, foram lavrados 3.657 autos de infração em rodovias e municípios fiscalizados pelo Detran. O não uso do capacete liderou o ranking de irregularidades, com 1.062 autuações envolvendo condutores e passageiros de motocicletas. Em seguida aparecem os casos de licenciamento vencido, com 658 registros, e as ultrapassagens em faixa contínua amarela, que somaram 279 infrações.

Mais de 50 veículos com irregularidades também foram removidos durante a operação. Os municípios de Marituba, Abaetetuba e Salinópolis concentraram o maior número de ocorrências registradas pelo órgão no período.

O coordenador de operações do Detran, Ivan Feitosa, destacou que, embora os números sejam inferiores aos registrados no mesmo feriado do ano passado, ainda preocupa a insistência de parte dos condutores em práticas que colocam vidas em risco.

“São infrações que vêm sendo combatidas pela fiscalização e educação, mas que alguns condutores ainda insistem em não respeitar a orientação dos órgãos de trânsito e que podem comprometer a vida nas rodovias”, afirmou.