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'Filhos são combustíveis dos sonhos', diz caloura da UFPA, que viralizou na web ao lado das filhas

Ândria Karolaine Pinheiro, de 20 anos, é mãe de duas meninas, Agnes, de três anos de idade, e a pequena Ágatha, de nove meses. A jovem passou no vestibular de Licenciatura em física

Amanda Martins

A foto tirada na última quarta-feira (14), no dia do listão da Universidade Federal do Pará (UFPA), viralizou nas redes sociais e foi compartilhada milhares de vezes. Andria Karolaine Pinheiro, de 20 anos, aparece ao lado das duas filhas, Agnes, de três anos de idade, e a pequena Ágatha, de nove meses. Juntas elas três comemoram a aprovação no curso de licenciatura em física. 

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“Os filhos na verdade são combustíveis pra nos fazer sempre correr atrás dos nossos sonhos! É tudo por vocês, minhas filhas”, diz a legenda da foto que comemora a ascensão da jovem no ensino superior. 

 

 

Esta foi a primeira aprovação no vestibular da moça, que mora em Abaetetuba, no nordeste do Pará. Após um ano muito difícil, Andria, diversas vezes, pensou em desistir da rotina exaustiva dos estudos, mas encontrou nas filhas uma motivação diária para vencer.

“Acordar todos os dias e olhar o rostinho delas me faz sempre querer lutar por algo, pra dar o melhor pra elas. Então, decidi fazer a prova para na intenção de passar, pra que um dia elas sintam orgulho da mãe que tiveram”, afirmou.

A caloura confessa que não esperava passar no vestibular e, conta que no dia que saiu o listão dos aprovados, pensou em não conferir com medo de se frustrar. No entanto, foi por meio da cunhada que veio a boa notícia e vários motivos para comemorar. 

Extasiada de tanta felicidade com a entrada no ensino superior, Andria revela que sempre quis cursar licenciatura em física e que planeja conciliar os estudos com as atividades do lar, os cuidados com as filhas e a vida de maquiadora. 

Em entrevista ao portal OLiberal.com, a futura universitária conta que não imaginava que a foto iria viralizar tão rápido, e diz desejar que o registro sirva de inspiração para muitas mamães.

“[Quero] que isso possa servir de motivação para várias mães que estão desacreditadas por ouvirem comentários, ‘que destruiu a vida por ter filho cedo’. Eu fui mãe aos 16 e aos 18 anos. Agora sou caloura da maior do Norte”, diz, orgulhosa. 

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