Torcedor do Remo, Ronald Mascarenhas segue 'tradição' da família de amar o Leão

Ronald Mascarenhas, professor, 49 anos

Ronald Mascarenhas / Especial O Liberal

Meu amor pelo Clube do Remo começou quando me entendi por gente. Por volta dos seis anos, era levado pelo meu pai, Júlio, que me carregava no colo para assistir aos jogos no Baenão. Depois passei a ir regularmente aos jogos e vi grandes jogadores ao vivo como Belterra, Chico Montealegre, Luciano Viana e o Rei Arthur. Vi grandes vitórias, principalmente durante o pentacampeonato e o título de 2004, quando o Remo foi campão paraense de forma invicta com 100% de vitórias.

Também vivi para presenciar o maior tabu do futebol mundial em um clássico. No caso, os 33 jogos contra o maior rival. Já valeu a passagem por esse planeta. Em 2005, pude estar nas arquibancadas e empurrar o Remo a ser campeão Brasileiro e destaco o jogo contra o Tocantinópolis, quando fomos garfados com um pênalti no jogo de ida e perdemos de 2 a 0. Tirar a diferença era difícil, mas eu estava fazendo parte das 40 mil pessoas que empurraram o clube à emocionante vitória de 4 a 1.

Como esquecer a emoção de estar no jogo da subida para a 3ª divisão, no Mangueirão, contra o Operário onde vencemos por 3 a 1? Tenho muito orgulho de ser Remista e apoio meu clube incondicionalmente, como sócio torcedor. Participei de grupos para a volta do Baenão e construção do NASP. “Não importa o que digam sempre estarei contigo”, como diz uma das canções que emociona o fenômeno azul.

Remo
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