Prestes a reabrir o Baenão, Remo confirma: 'De 0 a 100%, a obra está em 95%'

Estádio está fechado desde o dia 1º de maio de 2014 e voltará a receber uma partida oficial contra o Juventude, pela Série C do Brasileiro

Fábio Will

A menos de um mês para a reabertura do estádio Evandro Almeida – o Baenão, a diretoria do Remo segue correndo contra o tempo para entregar o estádio azulino à torcida.

O jogo de reabertura está marcado, será contra o Juventude-RS, pela 11ª rodada da Série C, no dia 6 ou 7 de julho. Em conversa com a equipe de esportes de OLiberal.com, a diretora de patrimônio do Remo, Aline Porto, falou das dificuldades enfrentadas na reta final, prazos de laudos e da expectativa de reabrir o maior patrimônio do clube.

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Para o jogo de reinauguração, mais de 9 mil ingressos já foram vendidos. E para receber este público, Aline Porto disse que as obras estão bem adiantadas e que o cronograma está sendo cumprido de forma íntegra. Aline adiantou também que as vistorias irão começar já nesta semana.

“De 0 a 100%, a obra está em 95%. Estamos seguindo o cronograma e como toda obra existiram alguns imprevistos e atrasos, mas todos foram contornados. Semana que vem começaremos as vistorias. Os laudos foram finalizados na última sexta”, contou.

A diretora do clube remista disse que o clube deverá receber uma visita técnica de pessoas ligadas à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que farão vistorias no estádio azulino. “Não é certo, mas provavelmente sim, pois ele ficou anos fechado”, comentou.

O estádio Evandro Almeida foi fundado no dia 15 de agosto de 1917 e possui 101 anos. Em 2013 o estádio teve parte das arquibancadas do lado da Travessa Mercês destruída para a construção de camarotes, mas a obra não saiu do papel. O último jogo oficial no estádio foi no dia 1º de maio, na vitória do Remo por 4 a 0 diante do Independente, pela semifinal do Campeonato Paraense de 2014. Para a diretora azulina, a volta do Baenão é a sensação de dever cumprido.

“Nada como o nosso lar. Isso mexe com o ego de todo torcedor, saber que temos a nossa casa de volta, deixaremos de depender exclusivamente do Mangueirão, o que será uma grande economia para o clube. Além de diminuir os custos de operação de jogo, ainda contaremos com o lucro do bar. Parte da renda será destinada para melhorias e manutenção do nosso estádio. Meu sentimento é de meta cumprida, não concluída, pois ainda tem muito o que fazer, mas só de saber que poderemos voltar para casa já é uma sensação de vitória. E isso se deve a união de várias pessoas, que acreditaram e sonharam juntos”, finalizou.

Remo
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