Ludimila Moreira sobre o Remo: "É o vício que o meu pai desde o berço me ensinou"

Ludimila Moreira / Especial

Remo - Ludmilla Moreira, 22 anos, Engenheira Civil

É o vício que o meu pai desde o berço me ensinou. Isto representa meu amor pelo Remo. Desde criança eu via meu pai torcendo, contando histórias dele no estádio, as alegrias que viveu. Esse amor foi contagiando e eu cada vez mais busquei as arquibancadas.

Vejo o Leão não somente como um clube de futebol, mas como uma terapia que me faz bem a cada jogo, a cada momento vivido e a cada gol comemorado. Há três meses, eu perdi o meu pai. Ele, que antes me acompanhava nos jogos, hoje comemora comigo lá do céu.

Quando o Remo foi bicampeão paraense, foi um momento especial. Quando a torcida começou a cantar "Remo, estaremos contigo", me emocionei e entendi isso como um recado do céu, que atingiu diretamente meu coração. As lágrimas desceram e o amor pelo meu time se consagrou.

Amo o Remo por toda a sua história de luta, pelos momentos alegres, e, principalmente, por estar me tirando aos poucos de uma fase da qual jamais pensei que eu fosse superar: o luto.

O Remo não sabe, mas tem me feito tão bem que não caberia aqui a gratidão que tenho. Mas amo o Leão por ser o time do povo e pela torcida que possui.

Para mim, o Remo é a certeza de nunca caminhamos sozinhos e que podemos encontrar forças naquilo que nos faz bem. E como diz uma música que a torcida canta e me emociona: "Um sentimento não trate de entendê-lo".

Remo
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