Jaques diz que faltou 'malandragem' para o Remo e rebate pênalti do Paysandu: 'Forçou a barra'

Treinador exaltou chances criadas pelos azulinos e admitiu que o Bicola foi o adversário mais difícil do ano

Redação Integrada

Nada de modelo de jogo, terços do campo ou formações táticas... a derrota por 2 a 1 foi resumida pelo treinador do Remo em um outro quesito do futebol: a malandragem. Na verdade, a falta dela. Em entrevista à imprensa, Rafael Jaques comentou a partida e o resultado, que ele considerou injusto para os azulinos.

"Foi um jogo bem  movimentado, bem estudado. As equipes estavam fortes na marcação e o jogo teve poucas chances de gol. A partir do momento em que estávamos melhorando no jogo, acabamos levando um gol de escanteio. Depois, tomamos posse da partida novamente, buscamos o empate e conseguimos. Voltamos para o intervalo com o empate, que, na minha opinião, poderíamos ter tido uma sorte melhor de não sofrer aquele gol e ter saído com a vitória. Já no segundo tempo, no nosso erro, o Paysandu organizou transições ofensivas e, mais uma vez em um escanteio, fez o outro gol, que foi o lance do pênalti. Tentamos. Tivemos bola na trave, fizemos a nossa modificaçõa tática colocando o Hélio de um lado e o [Gustavo] Ermel do outro para dar mais amplitude no campo e aproveitar a individualidade dos jogadores. Surtiu certo efeito, mas não fomos felizes no arremate e acabamos perdendo."

Indagado sobre o que faltou para o Remo - além da 'melhor sorte' citada - para conseguir superar o time que o próprio Jaques considerou o 'adversário mais difícil do ano', o comandante remista declarou: "O adversário foi mais malandro e, com a vantagem no placar, foi travando o jogo, fazendo faltas e tirando o ímpeto do empate. Faltou malandragem do nosso time. No final, por exemplo, nós gritávamos para os jogadores irem para a área e eles não iam. O pênalti do Paysandu, por exemplo, foi malandragem do Nicolas, que forçou a barra em uma jogada individual e o árbitro marcou. Faltou isso para nosso time", disse.

O próximo compromisso do Remo já será nesta quarta-feira (12), às 16h, contra o Freipaulistano, em Frei Paulo (SE), pela primeira fase da Copa do Brasil. O treinador prometeu mudanças na equipe: "Já temos em mente algumas mudanças necessárias, mas porque o jogo vai exigir. Vamos enfrentar um adversário que joga junto há muito tempo, em um campo difícil e pequeno... Precisamos ter mudanças e garanto que teremos, mas ainda está muito cedo para dizer quais são".

Para finalizar, o comandante remista revelou qual será o lema do Remo a partir da derrota para o Paysandu: "Agora é hora dos homens. Quem está no futebol sabe que é assim: se tivesse ganhado, não teria tempo para comemorar; quem perde não tem tempo para lamentar. Temos que trabalhar!"

Remo
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