Acompanhamento médico regular: a importância na prevenção e diagnóstico precoce de doenças

Hábitos e rotinas saudáveis contribuem para a manutenção da saúde

Lorena Saraiva
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O que vem à mente quando se fala em vida saudável? Alimentação balanceada, prática frequente de atividades físicas e qualidade de sono são algumas ações que contribuem para a manutenção da saúde. Mas o acompanhamento médico regular ajuda e faz a diferença para manter a saúde e o bem-estar, além de prevenir de vários problemas.

A  médica Ivone Rodrigues, diretora do Hospital Rio Mar do Grupo Hapvida, explica sobre o papel do acompanhamento médico na prevenção e diagnóstico de doenças. A maior parte da população tem a cultura de apenas procurar atendimento médico quando apresenta sintomas, entretanto a demora pode trazer malefícios, como o diagnóstico e consequentemente tratamento tardio.

“Quando a gente pensa em saúde, ela não engloba somente tratamento, quando a gente organiza a nossa vida em torno somente de curar a doença, a gente acaba  perdendo tempo, então, no fim das contas, vale mais a pena que a gente consiga acompanhar  o quadro do paciente antes dele ficar doente, porque fica mais fácil de resolver o problema dele”.

Ainda de acordo com a diretora, a adoção de alguns hábitos ou rotinas podem facilitar o aparecimento de doenças como diabetes, hipertensão e câncer, que não são alterações puramente genéticas. A medicina preventiva tem um papel fundamental com o acompanhamento linear do paciente, no qual o médico cria uma rotina de cuidados.

A médica pontua que o ideal é a realização de exames periódicos e o rastreio de patologias relacionadas ao histórico e predisposições familiares. “O incentivo das idas regulares ao médico reduz os adoecimentos, porque está ocorrendo a prevenção”.

O check-up, conjunto de exames, não pode ser indicado da mesma forma para todos os pacientes. A periodicidade e os exames devem ser feitos conforme a particularidade de cada um. “O importante é entender que não se deve ir ao médico apenas quando se está doente”, ressalta.

O primeiro passo para o acompanhamento regular é a marcação de consulta com o médico da família, capaz de observar  o paciente de modo geral e indicar as especialidades necessárias.  O clínico geral também pode fazer este papel quando solicitado.

Os cuidados com as crianças nos primeiros anos de vida devem ser redobrados, por isso o acompanhamento precisa ser ainda mais precoce. O ideal é uma consulta, no mínimo, uma vez ao mês até completar 1 ano. A partir daí observar e diagnosticar, de forma precoce, atrasos motores ou cognitivos e caso necessário intervir com ações de terapia ocupacional, fonoaudiologia e outras.

 

Vida Saudável
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