Ismaelino Pinto

Jornalista e colunista de O LIBERAL. Comentarista de cinema e membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema e Associação de críticos de cinema do Pará. MBA em Jornalismo, videomaker e produtor cultural.

Lucia Cândida Meira é destaque da Galeria 1

Ismaelino Pinto

Eu uso óculos... Os números não mentem jamais. Nos EUA, a bilheteria de filmes em 3D está em constante queda, mesmo com número maior de produções no formato. Recentes lançamentos dos estúdios nesse formato não foram capazes de arrecadar grandes somas e decepcionaram na bilheteria, mesmo investindo em tecnologia e com elenco de peso. Esses, talvez, sejam sinais de que o cenário vai mudar em relação ao 3D. Ainda sem possibilidade de ser usado em casa, o 3D em parâmetro tecnológico, continuará e não deve desaparecer totalmente, mas o formato já deixou de ser um plus que reflete na bilheteria. 

Livre pensar “Não existe remédio único para males que jamais têm somente uma causa.” (Aldous Huxley)

#TBT – Estilo: Teka Yamada, Vera Athias e Edna Vaz, por Marcos Cirilo. ()

TIC TAC

QUASE LÁ – Quinta, a antessala do final de semana.

TÃO BELÉM - Na rodovia Arthur Bernardes, na comporta do canal do Una, foram retirados no dia da “tempestade”, cascos de geladeiras, pneus, pedaços de madeira, vasos sanitários e até bancos de automóveis.

NOITE DOS MASCARADOS - Até no Tinder, o aplicativo de encontros de todos os graus, o Covid-19 chegou. O app tem aviso para utilizadores: “Queremos que continuem a se divertir, mas protegerem-se do coronavírus é mais importante”.

NO PALITO - Modinha agora é o Pirulito da Beleza, isso mesmo, um pirulito que faz as lulus emagrecerem e virou hit depois de Anitta e nos EUA, Kim Kardashian é embaixadora.

NO PALITO 2 - O pirulito serve pra ajudar na dieta, porém, é contraindicado para grávidas, crianças, lactantes, hipertensos e diabéticos. Vai encarar?

VÍRUS - Dia 25, o Discovery exibe o documentário “Coronavírus: ameça global”, reexibição dia 28.

CALA BOCA - Um bom termômetro indicativo que o filme de terror ou suspense funciona é o comportamento silencioso da plateia. Em “O homem invisível”, refilmagem de 1933, surge em 2020, ano apinhado de reboots, remakes e continuações tardias, num clima de “vale a pena ver de novo”.

Alguns remakes podemos ignorar, mas esta versão é de arrepiar, não por ser explícita, mas por fazer a audiência ter medo do invisível. Décor moderninho com direito ao silêncio tumular em tempos de plateias cada vez mal-educadas e barulhentas com telefones e guloseimas aos “rolos”, como diz minha amiga Sonia Maroja Coutinho Jorge. Corra!

ATÉ – De Carl Sagan: “A ausência da evidência não significa evidência da ausência.”

Ismaelino Pinto
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