Carlos Ferreira

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro.

Projeto cresce e passa a pagar 50% das contas do futebol do Remo

Carlos Ferreira

Nação Azul já banca 50% do futebol remista

Entre folha salarial e outros custos fixos, o futebol do Remo está consumindo mais de R$ 320 mil por mês. O programa Nação Azul está com cerca de 2.700 sócios torcedores adimplentes, o que significa uma receita em torno de R$ 160 mil. 

Sem bilheteria neste primeiro mês de temporada, o clube apela mais do que nunca por adesões ao Nação Azul. Como disse o presidente Fábio Bentes ao colunista, "é a hora da solidariedade". Ele está determinado a otimizar receitas de tal forma que o Remo não seja tão dependente de bilheteria a partir de 2019. Uma esperança é o plano de reengenharia econômico-financeira que está surgindo através dos advogados André Meira, Clóvis Malcher Filho, Renan Malcher e do perito contábil Marcos Haber. Trilhos para o trem azulino se aprumar. 


Paulo Rangel de volta ao berço 

Na legião de importados do Paysandu está um paraense, de Ananindeua, fruto da base bicolor, que já rodou por quatro países na Europa, na Ásia e na América Central, e pelas diversas regiões do Brasil. A 20 dias de completar 34 anos, com 26 clubes no currículo, o atacante Paulo Rangel está realizando um sonho nessa volta ao berço. 

Em 2017, no Londrina, PR foi mediano. Mas em 2010, na única oportunidade de jogar no futebol paraense, fez nove gols em 18 jogos pelo São Raimundo de Santarém. Paulo Rangel começa como titular, formando dupla com Caion. Difícil acreditar que haja alguém mais ansioso do que ele pela estreia, quarta-feira, na Curuzu, contra o São Francisco. 


BAIXINHAS 

* O novo Paysandu é um time desconhecido para o São Francisco, da mesma forma que o time santareno é desconhecido para os bicolores, menos para Elielton. O atacante defendeu o São Francisco na recente Segundinha. Um perfeito informante na Curuzu. Outro ex-franciscano no Papão é Perema, que inicia a terceira temporada na Curuzu. 

* Dos atletas promovidos da base azulina, o zagueiro Keven foi o único a recusar a ampliação do vínculo. O contrato dele vai até o final de 2020. Keven, 18 anos, não foi à Copa SP e vem sendo a quarta opção na zaga, mas está se esforçando como nunca para conquistar espaço. O volante Pingo, outra grande promessa, fez contrato de cinco anos. 

* Clube de menor orçamento no Parazão 2018, o Bragantino virou "rico" do interior, investigue muito e vem de crista alta este ano. Em clima de euforia, o Braga vai abrir o campeonato no sábado à tarde, contra o Águia, e deverá receber grande público no Diogão. 

* ACLEP planeja levar para dentro das Universidades os próximos encontros temáticos de jornalismo esportivo, depois do sucesso do workshop sobre linguagens do futebol. O segundo tema será a convergência de mídias no jornalismo, em abril, já com certificado de participação para os universitários. 

Carlos Ferreira
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