Beabá com Bel

Por Bel Soares

Coluna assinada por Bel Soares que é radialista por formação, praticante da Comunicação Emocional & Humanizada, assessora de branding pessoal, compartilhadora de insights e fundadora do método cujo nome é homônimo desta coluna.

O foco da COMUNICAÇÃO são as PESSOAS

Bel Soares

Sistemas e processos são meios, o foco da comunicação são as pessoas (ou ao menos deveria ser). Quando você entende/compreende isso, você consegue humanizar o atendimento criando uma conexão maior com seu cliente, seja de forma presencial ou no digital através de programas como os chatbots.

E como fazer isso?!?

Bom, ninguém se compromete com algo que não conhece ou compreende. Os colaboradores de sua empresa conhecem e compreendem as estratégias da organização? A história do empreendimento? Os valores inseridos no propósito dela?

De nada adianta você pensar na comunicação externa (público) se a interna não funciona ou sequer existe. Comunicar-se com o público interno (equipe) e tão importante quanto se comunicar com seus clientes.

E lembre-se: Se comunicar não é apenas passar uma informação adiante, é falar e ser entendido. Quando isso não acontece, ocorrem as falhas na comunicação (ruídos) que geram desentendimentos, atrasos em prazos e desalinhamento de pensamentos.

Portanto, trabalhar a comunicação interna, dar a atenção que ela merece é a melhor saída para promover o diálogo e uma relação saudável entre o líder e a equipe e entre os colegas de equipe. Importante destacar que se você quer engajar o público interno, deixe de tratá-lo como espectador e permita que ele assuma o papel de protagonista. Esteja aberto ao feedback, críticas, sugestões e ideias.

Mas, e como humanizar a comunicação lá no digital?!?

Nas redes sociais esteja atento ao seu texto: ele afasta ou aproxima? Outro ponto importante: as funcionalidades devem estar todas liberadas para que o seguidor consiga reagir aos seus stories, enviar direct, comentar, etc. Nada de desativar meios que o impeçam de deixar seu elogio ou crítica.

Por final, em se tratando de chatbots, um grande exemplo é humanizar o “bot” como fez o Magazine Luiza ao criar a personagem Lu que humanizou algo robótico com sua linguagem jovem, simples e interagindo com os usuários.

Toda guerra começa pela comunicação ou a falta dela e termina em um acordo que também se utiliza da mesma.

Então, boa batalha pra todos nós!

 

Beabá com Bel
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