Paralisação de rodoviários da Monte Cristo entra no segundo dia

Cerca de 80 mil passageiros podem ser prejudicados com a paralisação de nove linhas

Redação Integrada de O Liberal

Rodoviários da empresa de transporte Monte Cristo continuam paralisados. É o segundo dia de protesto contra irregularidades que, alegam os trabalhadores, vêm ocorrendo. Entre as reivindicações, o pagamento de horas extras, o fim do assédio moral e o fim da multa aos empregados que se envolverem em acidentes de trânsito. A cobrança varia de R$ 1 mil a R$ 2 mil.

A Monte Cristo tem uma frota com cerca de 180 veículos, que transportam, em média, 80 mil passageiros por dia. Esses passageiros estão sem ônibus das linhas Sacramenta-Humaitá, Sacramenta- São Brás, Sacramenta Presidente Vargas, Pedreira - Nazaré, Pedreira - Lomas (Linha A / Euclides da Cunha), Pedreira - Lomas (Seletivo), Marex - Arsenal, CDP / Providência - Ver-o-Peso e Pedreira - Lomas (Linha B / BR 316).

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Pará (Sttrepa), Altair Brandão, afirma que essas irregularidades, dentre várias outras, com especificidades em cada empresas, são praticamente a realidade de todas as empresas. E adianta: a paralisação na Monte Cristo serve de alerta para as demais empresas. O descontentamento é generalizado.

A Redação Integrada de O Liberal tenta contato com a empresa Monte Cristo.

Belém